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terça-feira, 8 de maio de 2012

O que é o desapego?


"Desapego é um dos sentimentos mais difíceis de entender para algumas pessoas, pois não é nada fácil afastar-se de quem mais se gosta, seja por causa da morte ou de uma separação de um relacionamento.
Mas é preciso que, em ocasiões como essa, a pessoa tentar entender o fato ocorrido e seguir com a sua vida.
Há vários tipos de desapego, e um deles é desapegar-se de algo material, algo que gosta, mas não consegue desprender-se.
Para entender melhor, a palavra desapego, é deixar livre o que tem, não ficar a pensar muito, como por exemplo, no caso de alguém que já morreu,  tem que aceitar esse fato e seguir com a sua vida pois se ficar apegado a esse acontecimento, perderá grandes oportunidades da vida.
Momentos que requerem o desapego
Um dos momentos é a morte, como já falamos, a morte é algo que acontece com todos, não há como fugir dela.
No entanto nós achamos que as pessoas que amamos são eternas e não é bem por ai, por isso quando elas “se vão” gera-se uma dor imensa naqueles que ficam e é ai que o desapego entra, pois tem de entender e seguir a sua vida sem aquela pessoa.
Outro momento de desapego é entre casais, quando o relacionamento já não dá mais certo. Esse momento também gera muita dor, principalmente quando uma das partes ainda sente algo pela outra pessoa.
Esse desapego tem que ser ainda mais forte do que o desapego da morte, pois no caso da morte, a pessoa já não estará mais presente e é mais “fácil” de se acostumar com a ausência, já no desapego do término do relacionamento, poderá esbarrar na pessoa sempre e não poderá nem sequer dar um abraço.
Outra coisa que às vezes é necessário se desapegar, é das coisas materiais, pois não levaremos nada dessa vida após a morte.

Como se desapegar das pessoas e coisas

Para se desapegar de alguém que já morreu, um dos métodos é  tentar integrar que isso é algo normal, que acontece com todo mundo e que todos um dia vão morrer também.
Parece um pouco estranho de falar, mas integre a morte na sua vida, viva de uma maneira em que esteja preparado para perder alguém, é difícil, mas é o melhor jeito de não sofrer tanto com a perda de alguém.
Para se desapegar de um relacionamento sério é mais complicado ainda, quando se vê a pessoa, mas o que é mais difícil é de aprender a viver de uma outra forma, ou seja, acostumar-se com uma nova rotina de vida de solteiros.
Por mais que exista amor, tente seguir a sua vida, vai doer no começo, mas o desapego é necessário, afinal se não deu certo agora é porque não é era a pessoa certa ou o momento certo. Com o desapego, você se acostuma a viver sem a pessoa amada.
Por fim o desapego das coisas materiais que também é muito importante, pois como já falamos ninguém vai levar nada depois da morte e em alguns casos o comportamento de apego às coisas materiais é interpretado como sendo egoísmo."

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Ho'oponopono



  • "Eu queria sentir-me mais tranquila, equilibrada, feliz e, com isso, lidar melhor com os problemas que aparecem no dia-a-dia. Eu sabia que se conseguisse manter-me serena, teria mais condições de transformar os difíceis momentos de angústia. Para atingir esse objetivo, resolvi testar a técnica havaiana chamada Ho'oponopono. Muitos consideram um milagre, mas na verdade os resultados só dependem da nossa determinação, aceitação e desapego.
    Há mais ou menos 10 anos recebi um e-mail que falava dessa proposta inovadora de autocura. Era um texto do escritor Joe Vitale. Ele contava sobre o psicólogo Dr. Ihaleakala Hew Len, PhD, que, ao ser encarregado de um pavilhão inteiro de pacientes insanos e criminais, resolveu utilizar os seus conhecimentos havaianos e acabou curando todos, o que resultou no fecho do próprio hospital.
    Sem sequer ver os pacientes, o médico estudava a ficha do preso e, em seguida, trabalhava sobre si mesmo a fim de ver como ele havia criado a enfermidade dessa pessoa. Ou seja, o especialista avaliava quais os aspectos daquele paciente que ele reconhecia ou conhecia nas suas memórias de vida. À medida que o especialista alcançava melhoras, sentindo-se mais consciente, o paciente também melhorava.

    VOCÊ É RESPONSÁVEL

    A técnica baseia-se na ideia de que tudo nas nossas vidas é responsabilidade nossa absoluta, porque só podemos reconhecer o que já está dentro de nós. Ou seja, tudo no nosso mundo é da nossa criação. O fato de estarmos curando uma parte nossa, consequentemente cura tudo à nossa volta.
    Assim que li esse conceito achei fora do comum mas, ao mesmo tempo, parecia que alguma coisa ali fazia sentido para mim. Comecei timidamente e sem muitas informações a familiarizar-me com a ideia de 100% da responsabilidade. Mesmo assim era difícil aceitar, pois curar criminosos mentalmente doentes era muito para a minha cabeça. Se a história era realmente verdadeira, eu tinha que saber mais.
    Sempre acreditei que os meus pensamentos poderiam materializar as coisas na minha vida, mas havia algo nesta história que ainda não fazia conexão com as minhas limitadas informações. Colocar a culpa na outra pessoa é muito mais fácil, isso eu já sabia. Agora faltava entender como isentá-la da sua própria escolha.

    HO'OPONOPONO NA PRÁTICA

    Com o passar dos anos, comecei a perceber que assumir a responsabilidade pelas coisas que aconteciam comigo facilitava muito algumas situações, além de me trazer um sentimento de amor, respeito ao próximo, aceitação e muito autoconhecimento.
    Quando olhava os prontuários daqueles pacientes, o Dr. Len simplesmente, permanecia dizendo "Eu sinto muito" e "Amo-te, obrigado", uma vez após outra. "Só isso?", e eu digo-lhe: só isso! Acontece que amar é a melhor forma de melhorarmos a nós mesmos e ao nosso mundo. Faz algum sentido? Se a resposta foi "não", evite desistir. Apesar de ser difícil entender, este é um conceito precioso para poder realmente mudar para melhor, tudo na sua vida.
    A verdade é essa: se assume a completa responsabilidade por tudo o que olha, escuta, saboreia, toca ou experimenta, pelo simples fato de estar na sua vida, não só pode, como deve libertar-se, purificar-se de todos os comportamentos repetitivos de memórias passadas que causam situações negativas. Tudo no seu mundo existe como projeções que saem do seu subconsciente. Até cerca dos cinco anos de idade, recebemos as informações sem questioná-las. Somos apenas crianças adquirindo experiências completamente novas e guardando tudo no inconsciente. Depois disso é que começamos uma sequência interminável de repetições dos padrões assimilados, reforçando-os ainda mais com o passar dos anos.
    O Dr. Len passou vários anos trabalhando e aprendendo - com a Srª. Morrnah Nalamaku Simeona, Mestra principal de Ho'oponopono de Identidade Própria - como através da repetição de poucas frases podemos curar a nós e aos próximos. Na porta do seu consultório ela tinha uma placa escrita "A paz começa em mim".

    ACEITAÇÃO É A PARTE MAIS DIFÍCIL

    O Ho'oponopono é usado no Havaí há 3 mil anos. Os sacerdotes levaram esta prática para a sociedade com o intuito de resolver problemas do dia-a-dia entre as pessoas. Era feito com toda a comunidade presente. Nessas ocasiões, as pessoas tomavam conhecimento dos conflitos que existiam naquele ambiente e repetiam as frases juntas. Com cada um realizando a sua responsabilidade diante dos aspectos da situação que haviam apresentado, todos acabavam sendo beneficiados e curavam-se das memórias e programações negativas internas.
    "O problema não está nos outros, está em si, e para mudá-los, você é quem tem que mudar", já dizia a Srª. Mornah. Esta é uma realidade muitas vezes difícil de engolir. Mas aceitar essa proposta, é o melhor que pode fazer por si. Experimente durante um mês ou dois, todos os dias, todas as horas, o tempo todo repetir as frases e, aí sim, poderá sentir o que estou dizendo.
    Recentemente parece que as portas da minha consciência se abriram para a assimilação desta ideia de uma forma mais profunda, que acaba sendo quase uma filosofia de vida. A minha insistência em saber mais sobre a técnica trouxe-me uma nova perspectiva avançada sobre o que é a minha total responsabilidade, e como isso facilita os meus relacionamentos. Também consegui vivificar nos momentos difíceis e de perdas profundas, um perdão, um amor e uma compaixão tão forte que resolvi jogar -me de cabeça nesta experiência do Ho'oponopono de Identidade Própria.
    Hoje em dia já acordo dizendo para o Ser Divino em mim, que é o mesmo para todos a minha volta: "sinto muito", "perdoa-me", "amo-te" e "obrigada", pois ainda tenho muitos aspectos que me trazem sofrimento. Se estes sentimentos ainda estão presentes é para eu me dar a oportunidade de purificar e transformar tudo em positivo para mim e para o outro.
    Sei perfeitamente que este é um assunto para um livro inteiro, e mesmo assim podemos ficar com dúvidas, pois temos a tendência irresistível de complicar tudo que é muito simples. Somos humanos!
    O Buda já aconselhava: "Não acredite em nada do que eu diga antes de vivenciar".

    PASSO-A-PASSO DA TÉCNICA

    Não queira compreender ou ter o controlo de nada. Simplesmente faça, acredite, experimente, tente realmente vivenciar na entrega total ao amor a sua Presença Divina.
    • 1
      Reconheça que você é 100% responsável por determinada situação, mesmo quando for difícil. Consciencialize-se humildemente que você e o outro são iguais.
    • 2
      Repita as frases abaixo até o problema se resolver nos seus sentimentos e situações.
      - Use o "sinto muito", quando se desculpar por ter colocado o outro nesta situação, que é da sua total responsabilidade.
      - Fale "amo-te" para declarar amor incondicional ao reconhecimento do Ser de Luz que mora em cada um de nós.
      - Diga "Obrigado(a)" pela oportunidade de se ter visto ao espelho e por ter a possibilidade de purificar as suas programações inconscientes.
    • 3
      É muito importante fazer isso sem o menor desejo e a menor preocupação de como ocorrerá na sua vida a limpeza ou a transformação de determinados problemas ou situações. Lembre-se que a cura faz-se no seu inconsciente, logo o seu consciente desconhece a razão mais profunda do problema, e desta forma fica impossibilitado de manipular a sua mente. Entregue-se à experiência e pode ter certeza que brevemente vai alcançar benefícios infindáveis exercitando o perdão e o amor."
    • alterado do original de REGINA RESTELLI

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A Fábula do Porco-Espinho

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.

Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados.

Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.

Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.

Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.

E assim sobreviveram.

Moral da História: O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Aceitação pode gerar mudanças


Pode parecer paradoxal, mas já reparou como geralmente aquilo que mais reclamamos, é justamente o que costuma repetir-se nas nossas vidas? Pode ser o hábito irritante de alguém, um tipo de inconveniente que nos acontece com frequência ou mesmo a reação das pessoas a nós.


De facto, aquilo que prestamos mais atenção é o que se expande, assim como o que mais resistimos é o que persiste. É tal como na fábula antiga na qual o sol e o vento fizeram uma aposta: um viajante estava vestindo um casaco e andava normalmente pelo campo. O vento garantiu que o faria tirar o casaco com o poder de sua ventania. O que aconteceu é que, quanto mais ele soprava, mais o homem se agarrava ao seu casaco. Quando chegou a vez do sol, ele simplesmente, com toda sua bondade, abriu um sorriso e deixou o tempo esquentar suavemente. Logo o homem sentiu calor e tirou o casaco por vontade própria.

Esta história ilustra muito bem a  nossa própria atitude em relação à vida e às outras pessoas. Quantas vezes não ficamos de marcação cerrada sobre alguém para que ela mude e, apesar de todos os nossos esforços, a reação mais comum é ela se defender e se manter exactamente do mesmo jeito?

Por isso, se algo não estiver lhe agradando, em vez de ficar reagindo contra, fugindo, negando, evitando, reclamando, simplesmente aceite que é assim e tome as decisões necessárias. Afinal, só conseguimos de facto mudar quando vemos com clareza a nossa situação e tomamos atitudes corretas para resolvê-la, em vez de ficar a perder tempo com o que poderia ter sido ou culpabilizações e sentimento de vítima.

Confira alguns exemplos:

O relacionamento não vai bem? Não tente mudar a pessoa, simplesmente deixe claro o que está acontecer e, se precisar, parta para outra.

Alguém fica o tempo todo a provocá-lo? Não reaja. Simplesmente não dê força a esta acção e continue tranquilo.

O seu volume de trabalho aumentou? Aprenda a delegar ou peça ajuda, mas não fique se sufocando e tentando fugir do que precisa ser feito.

Deu tudo errado hoje? Não perca tempo com reclamações. Lembre-se do que deu certo e seja optimista. Tudo pode melhorar!

Quando não resistimos, damo-nos a oportunidade de encontrar saídas sem tantos desgastes emocionais. Além disso, resistir é emitir uma energia negativa, de raiva, de frustação. Pode, sim, lutar pelo que deseja, aproveitando o próprio movimento da vida para se lançar em direcção ao desconhecido e ser bem-sucedido.

adaptado do original de Vanessa Mazza

sábado, 19 de março de 2011

As 4 Leis da Espiritualidade (Ensinadas na Índia)


“A pessoa que vem é a pessoa certa”.
Significa que ninguém está na nossa vida por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor estão interagindo connosco. Há sempre algo que nos faz aprender e avançar em cada situação.

“Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido”.
Nada, nada, absolutamente nada do que acontece nas nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa..., aconteceu que um outro...”. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos alguma lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem nas nossas vidas são perfeitas.

“Todas as vezes que iniciares algo é o momento certo”.Tudo começa na hora certa: nem antes, nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo nas nossas vidas, é o momento em que as coisas acontecem.

“Quando algo termina, acaba realmente”.
Simplesmente assim. Se algo acabou nas nossas vidas foi para a nossa evolução, por isso, é melhor seguirmos em frente e nos enriquecermos com cada experiência.

Partilhado por  Jorge Coutinho


Reflexão pessoal:
Para mim este é o verdadeiro poder da aceitação. Mas aceitação não significa resignação.
É antes de mais olhar para os acontecimentos da nossa vida com olhar de interrogação. Porque é que isto aconteceu? Integrar a resposta no nosso coração e seguir em frente. Evoluir é aprender com todas as situações, boas e menos boas e continuar a caminhada.
Desejar enfrentar novos desafios, sabendo que tudo acontece por uma razão superior... para o nosso bem superior...
Perceber que por detrás de um coração magoado, sombrio e triste existe uma luz que quer e deve brilhar, ainda mais!
E que bom é poder partilhar estas palavras e sabedoria contigo, convosco!
Que bom é aprender com cada um de vós e partilhar!
Obrigada por estares aí­, tu, seguidor/a das minhas palavras soltas ao vento!

Mil sorrisos
Anasonia

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

De braços abertos


"De braços abertos,é assim que eu vou viver de agora em diante, sem medo de ser feliz,de arriscar diante das dúvidas, e não ter medo e sim coragem,de lutar contra os impecílios da vida, e para aquelas oportunidades que ainda não chegaram, pode ter certeza que estarei pronta para recebê-la sempre de braços abertos, pois aqueles que dispençam uma oportunidade , cedo ou tarde vem o arrependimento de não ter tentado e arriscado, e esse arrependimento eu não quero nunca mais, pois todos aqueles que conquistaram o que querem hoje, um dia tiveram medo de receber as oportunidades de braços abertos. "

Yanca Leal

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Amor e busca por aceitação



"Muitas pessoas acham que o problema de não serem amadas é o facto de não serem perfeitas. Elas acreditam que precisam ter atitudes que não são delas, agir de forma diferente de como naturalmente fariam para que os outros a amem. Mas será que é esse mesmo o caminho para sermos tocados pelo amor?

Quando uma pessoa não está muito satisfeita consigo mesma, vive o martírio de procurar corrigir os seus erros. Porque está a ver-se como uma pessoa que só sabe errar, o que é muito diferente de se ver como alguém em processo de aprendizagem.

Ao ver-se como imperfeita, a pessoa tenta corrigir-se ao máximo, tenta incessantemente não cometer os mesmos erros. Mas não há muita sintonia com o que lhe é importante aprender, somente com a sua pontuação negativa na tabela de erros.

À procura de aceitação

Podemos cometer esse comportamento em várias áreas da vida, como a busca frenética por melhores resultados profissionais, por exemplo. Porém, na parte afetiva, essa procura pela perfeição gera mais conflitos do que um aperfeiçoamento na carreira, pois a pessoa pode ficar repetindo atitudes em busca de um parceiro e se desgastar, se diminuir, sem ao menos se dar ao trabalho de entender que podemos ser amados como de facto somos.

Geralmente, as pessoas que visam a perfeição têm como meta a aceitação dos outros. No fundo, elas não estão muito preocupadas com a anulação de si mesmas e colocam em primeiro plano os agrados ao parceiro. Além disso, quando se está nesse processo, é comum acreditar que a felicidade depende do outro.

Para descobrir se  está passar por esse processo, pergunte-se:

. Preciso "fazer a média" para que os outros gostem de mim?

. A minha felicidade está mesmo nas mãos de terceiros?

Será que essa "maquilhagem" em cima de quem somos uma dia não será percebida?

Temos algo que precisamos realmente esconder para que o outro não perceba e assim possa amar-nos?

Que tal olhar para si?

O problema dessa busca da perfeição não está no outro, mas sim na nossa maneira de olharmos para nós mesmos. Quando aceitamos quem somos e nos amamos, o outro também toma essas atitudes. Isso já foi dito tantas vezes, mas parece que sempre é mais fácil olhar para fora e buscar ser o que não somos do que encarar que existe um problema interno de não aceitação."

adaptado de Bruna Rafaele

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Abraçar


"Aquele que vive plenamente tem a característica de abraçar o que vem. Nesse sentido, abraçar significa aceitar os outros como são e o mundo como é. Pessoas assim não perdem tempo com qualquer tipo de resistência como culpar, reclamar ou criticar. Elas não levam nada para o lado pessoal e nunca rejeitam ninguém. Elas são capazes de transformar todas as diversas formas de negatividade que possam vir no caminho."

Mike George

sexta-feira, 16 de abril de 2010

E tu, sabes amar?


Sabes amar?

Eu estou aprendendo com quem sabe amar.
Estou aprendendo a aceitar as pessoas, mesmo quando elas me desapontam.
Quando fogem do ideal que tenho para elas, quando me ferem com palavras ásperas ou ações impensadas o que não é fácil para quem ainda não sabe amar, só me resta escutar os conselhos de quem sabe amar.
É difícil aceitar as pessoas assim como elas são, não como eu desejo que elas sejam.
É difícil, muito difícil, mas estou aprendendo.
Estou aprendendo a saber amar.
Estou aprendendo a escutar, escutar com os olhos e ouvidos, escutar com a alma e com todos os sentidos.
Escutar o que diz o coração, o que dizem os ombros caídos, os olhos, as mãos irrequietas.
Escutar a mensagem que se esconde por entre as palavras corriqueiras, superficiais;
Descobrir a angústia disfarçada, a insegurança mascarada, a solidão encoberta.
Penetrar o sorriso fingido, a alegria simulada, a vanglória exagerada.
Descobrir a dor de cada coração…

segunda-feira, 29 de março de 2010

Estar só



"O medo da solidão pode surgir por não conseguimos sentir prazer em ficar só connosco.
É essencial convencer-mo-nos de que ficar sozinho permite muitas conquistas importantes, como a introspecção, a reflexão dos factos e principalmente, um maior encontro com o nosso verdadeiro eu.
Viver sozinho não significa necessariamente sentir-se só.
Afinal, quantas vezes não te sentiste sozinho, mesmo quando estavas com o ex-companheiro/a?
Ou com amigos e familiares?
Não confundas a solidão física com a emocional, pois só se sente só, quem se abandona a si mesmo.
A solidão nasce dentro da própria pessoa quando ela perde o contacto com seu eu interior ou quando procura fugir de um problema, sentimento ou pensamento que a incomoda.

Pensa em quantas coisas deixaste de fazer, algo que querias porque o ex não gostava ou por falta de tempo? Há de facto uma disponibilidade de tempo que parece assustar e fazer com que nos sintamos imobilizados, mas passado o período de adaptação poderemos descobrir as inúmeras coisas que podemos fazer por nós mesmos. Tempo para fazer coisas que gostamos e que já nem nos lembramos mais, visitarmos uns amigos, ler aqueles livros que compramos e nem sequer os abrimos, um novo hobby, fazer voluntariado...
São pequenas coisas que poderão aos poucos trazer de novo o prazer de viver.
É importante perguntar: "o que eu gosto de fazer"? E fazer!
Lembra-te que havia uma vida antes de ...
Resgata a tua vida, agora mais do que nunca, só tua!

De facto, os momentos de saudade e tristeza pelas lembranças do passado são inevitáveis, mas é importante vivê-los consciente de toda a aprendizagem e dar ao passado o direito de existir.
Ninguém pode evitar a sensação de abandono e a falta de quem se foi, mas também ninguém te pode privar de sentires uma força interior que aos poucos irás adquirir ao te permitires estar em paz contigo mesmo.
E isso não tem preço!"

adaptado do original de Rosemeire Zago

segunda-feira, 1 de março de 2010

EU






" Enquanto não superarmos
a ânsia do amor sem limites,
não podemos crescer
emocionalmente.

Enquanto não atravessarmos
a dor de nossa própria solidão,
continuaremos
a nos buscar em outras metades.
Para viver a dois, antes, é
necessário ser um. "

Fernando Pessoa


Reflexão Pessoal:
Estes dias reflecti sobre a solidão, o estar comigo mesma, sentir-me bem na minha pele e na minha companhia... Percorri o mar e o horizonte na procura da resposta para uma espécie de angústia que me invadiu e apenas conseguia pensar no temporal. Os ventos que derrubam árvores centenárias, as águas que se infiltram e invadem espaço vazios, a chuva que cai tentando limpar quem toca, um céu cinzento carregado, descargas de energia...

Acho que o tempo me convidou à reflexão, à introspecção e veio mesmo a calhar as meditações que experimentei este fim-de-semana (Trance Dance Meditation e AUM). Dei-me a oportunidade de ser eu, de me ouvir, de me libertar... Chorei, ri, gritei, sorri, dancei, diverti-me, ouvi, fui ouvida, abracei e fui abraçada, seduzi e deixei-me seduzir, enlouqueci, saltei, beijei, olhei olhos nos olhos, deixei que me vissem sem máscaras, pedi perdão, desculpa, amei e senti amor, amizade, carinho e paz...

É impossível explicar o que senti e experienciei verdadeiramente apenas com as palavras soltas acima descritas.

EMOTION é a palavra para este fim-de-semana. E- Motion, energia em movimento.

Experienciando na prática o acordar de emoções guardadas, reprimidas, algumas bem sedimentadas.

Olhar para dentro e conhecer-me mais um pouco. Ficar em PAZ comigo mesma.

Gostar de estar só no meio da multidão e também sozinha.

Permitir-me ir dentro e trazer algo mais á tona.

Limpar feridas, angústias, medos, crenças, acções...

Aceitar-me como sou.
Um ser imperfeito que erra, magoa, anula, mas que também ama, sorri, abraça, adora, acredita, sonha, dá, aceita,...

É um caminho longo e que já percorro há algum tempo… porque a busca de mim mesma é a razão de continuar. Olhar os outros como um espelho e ajudar quem sabe, as pessoas que por mim passam. Com dor ou amor. Porque as que mais me magoaram foram verdadeiras lições. Interagindo sempre.

Caminho pela areia da praia sozinha, mas com a certeza daqueles que passaram por mim e me deram amor, carinho e força, para continuar a reflectir agindo na minha vida.

Ganhar asas e voar sozinha. Sorrir ao ver as outras gaivotas que se vão juntando no meu voo solitário. Gostar de voar sozinha. Sentir-me livre e em paz. Comigo.

Obrigada.

Anasonia

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Tome as rédeas da sua felicidade


"Assuma um compromisso consigo e alcance a satisfação afectiva.


Os solteiros queixam-se da solidão. Os casados reclamam da falta de liberdade. Os "enrolados" reclamam da insegurança. Todos reclamam de decepções e dificuldades. Afinal, dá para ficar satisfeito no amor?

O facto de reclamarmos, seja qual for o tipo de relação que estejamos vivendo, leva-nos a uma inevitável constatação: não é a situação afectiva que cria aflições, somos nós mesmos.

A vida afectiva é, acima de tudo, um compromisso consigo. Solteiros, cuidamos de nós mesmos, do casamento interno entre nossas energias masculinas e femininas. Ao nos relacionarmos com outra pessoa, passamos a ter de lidar com mais um compromisso, o casamento de nosso casal interno com o casal interno do outro. Assim, fica claro o quanto é importante sabermos lidar com nosso relacionamento interno para então lidarmos com o relacionamento a dois.

Devemos assumir essa responsabilidade não por uma obrigação ou expectativa, mas por amor a nós mesmo. Relacionamentos iniciados pela carência, por ilusões criadas em nossa cabeça ou pela expectativa dos outros são frágeis. Atraímos situações e parceiros com base nessa energia e a afectividade é construída nessa essência. Isso é algo tão subtil que geralmente não percebemos. E quando os problemas começam a acontecer, não identificamos a sua origem, e ficamos lidando apenas com os seus reflexos. Consideramos o relacionamento difícil, o outro complicado e não mergulhamos até a raiz da situação: nós mesmos.

É comum, por exemplo, a mulher reclamar que o seu companheiro não é carinhoso o suficiente. Mas será que ela não tem um problema de auto-estima que a faz demandar demasiadamente estímulos do seu parceiro para se sentir amada? O homem, por sua vez, reclama que a mulher é carente demais e por isso sente-se sufocado. Mas será que ele pára e reavalia como está demonstrando o seu amor à sua companheira e se a sua postura realmente pode ser mais afectuosa?


QUEM ESTÁ SOLTEIRO

Estar solteiro é uma oportunidade de aprender a lidar consigo, aprender a identificar as suas preferências, os seus limites, as suas fraquezas e, principalmente, preencher o vazio interno. Assim, é possível libertar-se do apego e da dependência de um parceiro. Um relacionamento nessa vibração concretiza-se pelo medo da perda, gerando necessidade de controle, ciúmes e situações de abuso. Portanto, assuma o compromisso de amor consigo, aprofunde-se nesse relacionamento interno. Aprenda a viver a paixão, o amor, as discussões e desentendimentos de si, para si. Aprenda a lidar com o orgulho, com a solidão e a rejeição. Dessa maneira, estará preparado para viver de maneira saudável os seus relacionamentos afectivos com o outro.


QUEM VIVE UM RELACIONAMENTO

Experimentar o relacionamento a dois é uma lição mais ampla, mas também mais trabalhosa. Ao relacionar-se com o outro é fácil perder o foco em si mesmo. Primeiro porque os limites tornam-se menos definidos e de certo modo misturam-se as identidades. E se o foco fica maioritariamente no(a) parceiro(a), você perde-se a si mesmo de vista, gerando desequilíbrio e insatisfação no relacionamento. Mas mesmo como casal é possível manter o compromisso individual. Dessa forma, cada um honra primeiro as suas próprias necessidades. Depois, avalia e resolve internamente as suas questões antes de projectá-las lá fora. Com os próprios limites definidos, cada qual assume a sua responsabilidade na situação e, ao buscar uma resolução, compartilha a situação em vez de culpar o outro.

Ao assumir o compromisso de amor consigo, dá o primeiro passo para assumir o compromisso de amor com seu (ua) parceiro(a). O interessante no exercício a dois é que o outro actua como um espelho para si. O comportamento do(a) companheiro(a) mostra-lhe como se coloca no relacionamento, e portanto como lida com sua a própria identidade.

Não importa se estamos solteiros, enrolados, namorando ou casados. Uma vez comprometidos em reconhecer e aceitar a nossa identidade e sermos nós mesmos, criamos as bases para uma vida afectiva sólida e verdadeira, satisfatória e plena. Desenvolvemos uma energia de compromisso, responsabilidade e autonomia."


sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Despertar da Consciência


Pablo Picasso, Moça Diante do Espelho, 1932

Despertar da Consciência significa:


Mergulhar nas tuas crenças, descobrir porque decidiste acreditar em tudo que acreditas e aonde isso te vai levar;

Aprender a controlar a tua atenção para os teus objetivos e não deixar com que ela fique colada como uma chiclete nos dedos, perceber as limitações que drenam a tua energia criadora.

Aprender de forma prática como transcender a tua mente para retomares o controle sobre ela e todas as emoções que hoje acreditas serem mais fortes do que tu;

Reconhecer efectivamente que somos todos um e que tudo o que eu faço com o outro ( idéias, intenções e ações) é o que faço comigo mesmo.

adaptado de Caio Cesar Santos


Reflexão pessoal:

Olhar ao espelho e ver além da imagem física. Essa a maior parte das vezes vista por nós de forma distorcida...
Despertar para a consciência é perceber atitudes, meditar sobre as nossas crenças, conciencializar-se que tudo o que nos é devolvido foi primáriamente criado por nós.

Olhar bem fundo na nossa alma e começar a retirar camadas até percebermos quem somos, o que transmitimos aos outros, que energia passamos, que crenças e valores temos.

Despertar é começar a viver com a verdadeira consciência do nosso poder. O poder está bem dentro de nós e incrivelmente atribuimo-lo ás circunstâncias, à sociedade, à conjuntura, ao mundo, ao exterior!
Quando realmente resgatarmos o nosso poder e soubermos fazer dele um aliado para vivermos os nossos valores em primeiro lugar, tudo acontece!!! E é mágico!

Obrigada amigos, companheiros, enfim a todas as pessoas que apareceram no meu caminho e que me ajudaram a despertar e continuam a manter-me alerta para o meu PODER PESSOAL!

Quando vais olhar para o espelho verdadeiramente?

Anasonia

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A Natureza não dá saltos















" Você já reparou que a vida é feita de vários momentos?

Momentos em que trabalhamos muito, estudamos muito, amamos muito, tudo é muito, até os problemas são muitos.
Mas existem também aqueles momentos onde temos a sensação que não temos nada a fazer.
O dia arrasta-se, parece que tudo à nossa volta parou e não temos mais esses tantos muitos na nossa vida. Não sabemos exactamente o que fazer e a situação piora um pouquinho mais, se estivermos ansiosamente à espera de algo ou alguém. Só aí percebemos que existem momentos para fazer, acontecer e esperar.

Então, você reza para alguém lá em cima dar uma acelaradela às suas coisas: na promoção do trabalho, comprar um carro novo, mudar de emprego.
Mas NINGUÉM vai acelerar nada para você. Sabe porquê? Porque tudo tem o seu tempo.
Nós vamos abrindo caminho, preparando o terreno, jogando as sementes e aguardando que elas dêem os seus frutos. E sabemos que algumas não vão florescer, mas, em contrapartida outras tantas irão florir lindíssimas no nosso jardim.

O terreno já foi preparado, as sementes já foram plantadas e a Natureza agora vai fazer o seu papel.
E o nosso é aguardar a colheita. Isso mesmo, aguardar! E não adianta olhar todos os dias pela janela, pois, como diz um sábio amigo meu: "A Natureza não dá saltos". Um conselho verdadeiro, mas não é fácil esperar. Até porque nós pensamos "Eu já espero tanto na vida, na fila do banco, do supermercado, do cinema, espero o Natal, o avião, o autocarro, enfim. Uffa!

E é exactamente nesse período entre um florescer e outro, que temos a sensação de que o vento parou de soprar, o sol, a chuva não vão cessar. Dia e noite passam e a gente lá esperando. Estamos exaustos do trabalho, sem ideias, sem saber o que fazer e tudo parece tão lento. Os ponteiros do relógio arrastam-se entre minutos e segundos. No entanto, um pouco mais de paciência, e o que antes estava tão longe hoje está mais perto. A lição não é nada fácil, mas também ninguém disse que seria.

Vamos, então, nesse momento da nossa vida descobrir o que podemos fazer de bom e agradável enquanto esperamos nossas colheitas. Ler, dançar, ligar para aquele amigo que não falávamos há muito tempo, saborear um bolo quentinho com café, rever fotos, assistir aquele filme que acabou de estrear no cinema, ouvir música ao pé do mar, saborear um jantar com amigos,.... Coisas simples da vida e que às vezes deixamos de lado e não nos apercebemos da importância delas. Porque podemos não ter mais nada para fazer sobre esse ou aquele assunto, mas temos muito que fazer na nossa vida.

Sempre!

Adaptado do texto de Amélia Ribeiro Teixeira

Reflexão pessoal: Que tal acreditar que a Natureza tem o seu tempo e que nós fazemos parte dela? E se aproveitassemos esses momentos de espera, para descobrirmos momentos deliciosos... Oportunidades de viver sem pensar só em objectivos ou viver de agendas... Um café saboreado com amor, dentro de uma conversa banal, de sorrisos e gargalhadas... Um reviver de acontecimentos passados, desfrutar da nossa capacidade de recordar momentos e não só! Quem sabe partilhar a nossa chávena de café, oferecendo novos pensamentos com amor, conversando sobre as suas colheitas, sobre as sementes que plantou e o que espera na Primavera? Partilhar as nossas alegrias e sonhos é também uma maneira gostosa de relembrar a nossa colheita com alegria, esperança e certeza!

Transmite a tua vibração de energia poderosa a quem mais amas e ela vai preencher os teus dias...

Pensamentos poderosos, cheios de alegria, entusiasmo, sensações boas, voam e alinham-nos com a energia da nossa Fonte. Sentir isso é, estar atento ao nosso Sistema de Orientação Emocional e ao constatá-lo sabemos que estamos alinhados com o Universo e a permitir a entrada para a nossa realidade de pensamentos que escolhemos atrair.

Os pensamentos aos quais dedicamos a nossa atenção expandem-se e tornam-se numa parte maior da mistura vibracional. A sua atenção convida-os a entrar na sua experiência, seja uma coisa que queiramos ou que não queiramos.

Já reflectiste por onde anda a tua atenção ultimamente? Se estiveres atento aos teus sentimentos e acreditares neles, os pensamentos a eles associados farão parte da tua experiencia.

Pensa nisso!

Bom fim de semana cheio de sorrisos :)

Anasonia

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Era só abrir os olhos...















"Quando não há nada mais a ser dito, silencia.

Quando não há mais nada a ser feito, permite apenas ser, apenas estar, e fica na companhia do teu coração e este indicará o momento apropriado para agires.

Quando a lentidão dos dias acomodar tua vontade, enlaçando-te com os nós da intranqüilidade, descansa e refaz tua energia.

Não há pressa, a prioridade é que encontres novamente a tua essência para que tenhas presente em ti a alegria de ser e estar.

Quando o vazio instalar-se em teu peito, dando-te a sensação de angústia e esgotamento, repara tua atenção e encontra em ti mesmo a compreensão para este estado.

É necessário descobrirmo-nos em tais estados, para que estes não se transformem no desconhecido, no incontrolável.

Tudo pode ser mudado, existe sempre uma nova escolha para qualquer opção errada que tenhas feito.

Quando ouvires do teu coração que não há nenhuma necessidade em te preocupares com a vida, saibas que ele apenas quer que compreendas que nada é tão sério a ponto de te perderes para sempre da tua divindade, ficando condenado a não ver mais a luz que é tua por natureza.

Não te preocupes; se estiveres atento a ti mesmo verás que a sabedoria milenar está contigo, conduzindo-te momento a momento àquilo que realmente necessitas viver.

Confia e vai em teu caminho de paz.

Nada é mais gratificante que ver alguém emergir da escuridão apenas por haver acreditado na existência da luz.

Ela sempre esteve presente...

Era só abrir os olhos."

http://www.paz.com.br/
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