domingo, 18 de julho de 2010

Voa cada vez mais alto!


"Um jovem piloto experimentava um mono motor muito frágil, uma daquelas sucatas usadas no tempo da Segunda Guerra, mas que ainda tinha condições de voar. Ele preparou o aparelho para realizar o sonho da sua vida.

Ao levantar voo, ouviu um ruído vindo debaixo de seu assento. Era um rato que roía uma das mangueiras que dava sustentação para o avião permanecer nas alturas. Preocupado, pensou em retornar ao aeroporto para se livrar de seu incomodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado.

Então voou cada vez mais e mais alto e notou que acabaram os ruídos que estavam colocando em risco a sua viagem, conseguindo assim fazer uma arrojada aventura à volta do mundo que era o seu grande sonho…"

MORAL DA HISTÓRIA:

Se alguém te ameaçar, VOA CADA VEZ MAIS ALTO. . . .

Se alguém te criticar, VOA CADA VEZ MAIS ALTO. . . .

Se alguém te tentar destruir por inveja e fofocas, e por fim, se alguém cometer alguma injustiça, VOA CADA VEZ MAIS ALTO.

Sabes porquê? Os fracos, críticos, invejosos e egoístas são iguais ao ratos, não resistem às grandes alturas.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Permita-se amar


"Com o passar dos anos o amor tem sido muito mais estratégico do que espontâneo. Temos que redescobrir a naturalidade do relacionamento amoroso. As pessoas precisam ter interesse genuíno no outro.

As pessoas vivem fazendo comparações entre elas mesmas e os outros. Comparam também as pessoas entre si. O tempo todo ficam imaginado que, se algo fosse diferente no parceiro, ele seria melhor. Quando você entra no jogo da comparação, sempre, há alguém que sai perdendo. E, geralmente, quem sai perdendo é você mesmo. Ao se comparar, você fica impedido de ver quanto você é o único e especial.

Muitas vezes, as pessoas se sentem agredidas pelos atos negativos do seu companheiro. As características básicas das pessoas que procuramos coincidem, ou se opõem, na maioria das vezes, às de alguma pessoa especial e importante da nossa infância.

Quando iniciamos uma relação, geralmente, vemos o outro como uma pessoa diferente dos parceiros anteriores e muito especial. Porém, à medida que os problemas vão surgindo, começam as comparações com o último relacionamento e, depois de algum tempo, reafirma-se a crença negativa de que amar não dá certo. Dessa maneira, é muito fácil, por exemplo, o casamento entornar em pouco mais de dois anos.

O grande desafio é, justamente, nos desvencilhar da imagem projetada que fazemos de nós mesmos e de quem está ao nosso lado, nos permitindo aceitar as maravilhosas qualidades do ser humano e os defeitos também. Quando, num relacionamento, não estamos amando o outro, mas, a imagem que construímos e buscamos encontrar, e essa imagem cai, permitindo-nos vê-lo exatamente como é, há um desinteresse, um desencanto. Enquanto vivermos sob o domínio da neurose, com sistemas de comparações, jamais amaremos alguém com a intensidade de que idealizamos. Amamos nos sonhos e ficamos sozinhos quando acordados.

Há uma frase de que gosto muito diz: “o casamento dá certo para quem não precisa de casamento”. Normalmente, a compulsão de casar e de viver junto nascem de uma dependência. As pessoas esperam um complemento. Essa não é a função de um relacionamento, o outro não vai preencher uma lacuna, mas sim, ajudar a desenvolver o que elas não têm. Infelizmente, a maior parte das pessoas odeia sua própria companhia e vê no outro uma forma de “salvação”.

O único jeito de amar é buscando a sinceridade. Infelizmente, com o passar dos anos o amor tem sido muito mais estratégico do que espontâneo. Nas revistas femininas via-se muito esse tipo de atitude: “se ele fizer isso, faça aquilo”, o que foi minando a espontaneidade do amor. Nós temos que redescobrir a forma de amar, a naturalidade do relacionamento amoroso. As pessoas precisam ter interesse genuíno no outro.Todas as maneiras de amar devem ser naturais. Quem fica estudando demais o outro, “mata” a possibilidade de amar alguém. O mundo é feito de absurdos e encontros, os absurdos fazem parte, porém, devemos entender que é possível ser feliz, acreditando dia-a-dia na naturalidade dos sentimentos.

Devemos perceber que a única maneira de amar o outro é nos amando. A medida em que você vai desenvolvendo a paz, mais você vai gostando de ficar com você e seleciona melhor seu possível companheiro. Se a pessoa tem baixa auto-estima, usará o outro para “tapar o buraco” de suas carências, no entanto, ninguém resolve a carência de ninguém.

Conviver e saber aceitar a idéia de que qualquer relacionamento pode acabar é a chave para o amor saudável e construtivo. Tentar dominar o parceiro com medo da perda, só faz com que ele se afaste ainda mais. Esse é outro grande desafio da arte de amar: lidar com a possibilidade da perda, sem dominar o outro."

Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante e autor de 13 títulos, entre eles: Os Segredos dos Campeões, Tudo ou Nada, Heróis de Verdade, Amar Pode Dar Certo, O Sucesso é Ser Feliz e A Carícia Essencial.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Qual é o teu caminho?

"Um dia um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar ao seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma tortuosa trilha, cheia de curvas, subindo e descendo colinas.

No dia seguinte, outro animal que passava por ali, usou a mesma trilha torta para atravessar a floresta. Depois foi a vez do carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta. Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saiam, viravam à direita, à esquerda, reclamando (até com um pouco de razão…) mas não faziam nada para mudar a trilha.

Depois de tanto uso, a trilha acabou virando estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em 3 horas a distância que poderia ser vencida em no máximo, uma hora.

Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo. Posteriormente, a avenida principal da cidade. Logo a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro. Centenas de anos antes.

Os homens têm a tendência de seguir, como cegos, por trilhas feitas por outros, muitas vezes inexperientes, e se esforçam a repetir o que os outros já fizeram. E a velha floresta, do alto de sua sabedoria, ria daquelas pessoas que percorriam a trilha como se fosse um único caminho… sem se atrever a mudá-lo.

A propósito, qual é o teu caminho?"

Pastor Claybom

Eu pergunto melhor:
Será que ousas traçar/ escolher o teu caminho?
Aquele que preenche a tua alma, te faz acordar feliz a cada novo dia, o teu próposito de vida...
Que tipo de ovelha queres ser?

Anasonia

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Ser feliz é buscar resultados



"A vida não perdoa a quem apenas aponta problemas. Viver de verdade exige muito mais.

Quando os seus olhos vêm apenas dificuldades, a sua mente tende a arrumar razões para não seguir em frente. Afinal, ninguém quer mais problemas na vida.

O segredo para a felicidade é seguir em frente, confiante na sua capacidade de se movimentar e construir os seus sonhos.
"Não invente desculpas. Procure respostas, busque soluções, produza resultados". (Roberto Shinyashiki)
A felicidade sempre vem acompanhada de um sentimento de realização. E vice-versa. Então, ser feliz não se resume apenas a fazer... Implica também em obter os resultados procurados.

Por isso, os resultados devem ser procurados com confiança e esperança. Por uma simples razão de coerência com a sua vontade de ser feliz.

Não é uma questão de correr ansiosa e loucamente atrás de metas, mas, sim, de ter a certeza de estar no caminho certo. E actuar positivamente, de tal modo a conseguir os resultados desejados, no momento certo deles se manifestarem."


Retirado do livro "Todo Dia É Dia de Ser Feliz", de Gilberto Cabeggi

domingo, 27 de junho de 2010

Seja diferente

quinta-feira, 17 de junho de 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

Ponha um tubarão no seu tanque ;)



"Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.

Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os japoneses resolveram este problema? Como conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?

Se estivesse a dar consultoria para a empresa de pesca, o que recomendaria?

Quando as pessoas atingem os seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.

Podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os vencedores da lotaria que gastam todo o seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios.
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador".

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais gosta de um bom problema.

Se os seus desafios são de um tamanho correto e consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Pensa nos seus desafios e sente-se com mais energia. Fica excitado por tentar novas soluções. Diverte-se. Sente-se vivo!

Para conservar o gosto do peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". Os peixes são desafiados.

Portanto, em vez de evitar desafios, "salte" dentro deles. Massacre-os.

Curta o jogo. Se os seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista.

Reorganize-se! Procure mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.

Se alcançou os seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que as suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie o seu sucesso pessoal e não se acomode.

Tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.

"Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe realmente pode chegar"

E aí, aceita um tubarão??? "

Texto retirado de Corro para vencer

terça-feira, 8 de junho de 2010

Saber mudar

"Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente e nadou logo até a  borda do copo. Mas, como a superfície era muito lisa e suas asas estavam molhadas, não conseguiu escapar. Acreditando que não havia saída, desanimou, parou de se debater e afogou-se. A sua companheira, apesar de não ser tão forte, era tenaz; por isso continuou a debater-se e a lutar. Aos poucos, com tanta agitação, o leite ao seu redor formou um pequeno coágulo de nata, para o qual ela subiu. Daí, conseguiu levantar voo para longe.
Tempos depois, a mosca tenaz, por um descuido, caiu novamente num copo, desta vez cheio de água.
Imaginando que já conhecia a solução para aquele problema, começou a debater-se na esperança de que, no devido tempo, se salvasse.
Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da outra, pousou na beira do copo e gritou:

- Tens uma palhinha ali, nada até lá e sobe.

A mosca tenaz respondeu:

- Não te preocupes, que eu sei como resolver este problema.

E continuou a debater-se, cada vez mais e mais, até que, exausta, se afundou na água.


Moral da história: Soluções do passado, em contextos diferentes, podem transformar-se em problemas.
Quantas vezes, baseados nas experiências anteriores, deixamos de observar as mudanças ao nosso redor e lutamos inutilmente até nos afundarmos também na nossa própria falta de visão? Criamos uma confiança equivocada e perdemos a oportunidade de repensar as nossas experiências. Ficamos presos a velhos hábitos que nos levaram ao sucesso e perdemos a oportunidade de evoluir... Os donos do futuro sabem reconhecer essas transformações e fazer as mudanças necessárias para acompanhar a nova situação."                 

 
Roberto Shinyashiki, no livro "Os Donos do Futuro”
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